Dr Reinaldo Momo no programa João Inácio Show




REINALDO MOMO NA TV ULBRA – PROGRAMA GARAJAO

1ª Parte

2ª Parte

Última Parte

Entrevista na Rádio Jornal do Comercio de Recife

Repórteres contam a experiência de serem hipnotizados

A mente apaga registros duplicados

——————————————————————————–

A mente apaga registros duplicados
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio…. você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -…. enfim…. as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a…
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos… em outras palavras… V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o… do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di fE rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE…

V I V A !!!!!!!!

DEPOIMENTO DE PAC. Q NÃO QUIS SE IDENTIFICAR.

Reinaldo

Quando eu te procurei, não pensava em mim, achava que minha felicidade estava na felicidade de outras pessoas, logo, sentia um vazio imenso. Depois de uma única sessão, eu parei de fumar, não desisti da faculdade, estou fazendo tratamento com um endocrinologista, já perdi 6 kilos, e faço academia.
Me sinto feliz comigo mesma, entendi que eu tinha que me fazer feliz, que eu sou a pessoa mais importante do mundo pra mim. Você me ensinou a gostar de mim, me dar o devido valor, e qualquer coisa que aconteça hoje, eu sei lidar com tudo. Hoje acordo sempre tendo a certeza que DEUS me reserva um dia maravilhoso. Na verdade, você me fez olhar para os lugares certos.
Conte sempre comigo, você ganhou uma amiga, beijos, que DEUS ilumine os seus passos,sempre.

Susianne

VEJAM NOVOS VÍDEOS. PROGRAMA PEDRO PAULO NA TV

1ªParte

2ª Parte

3ª Parte

4ª Parte

HIPNOSE EM ODONTOLOGIA:

HIPNOSE EM ODONTOLOGIA:
REDUÇÃO DA DOR E DA ANSIEDADE.

A hipnose é uma excelente ferramenta terapêutica na clínica odontológica. É comumente chamado de HIPNODONTIA, termo criado por Burgem em 1928, que, embora errado, pois não se hipnotiza o dente, permanece sendo usado por questões históricas.

Em 1836, J. V. Oudet fez a primeira extração dentária sob hipnose sem anestesia química. Desta época aos dias atuais foi grande o avanço em técnicas e possibilidades do uso da hipnose na Odontologia.

Dado sua diversidade, a escolha da técnica adequada para diminuição da tensão e da dor nos tratamentos dependerá do hipnotizador e do paciente. Este necessariamente participará do processo de escolha e a permitirá baseado em princípios e conceitos estabelecidos previamente (no Rapport).

Diferentemente dos consultórios médicos e psicológicos, no odontológico encontramos a auxiliar. A percepção de sua presença poderá significar quebra do rapport, superficialização ou dificuldade da entrada do transe numa outra oportunidade. No momento da indução, normalmente, a auxiliar não está na sala.

A indução hipnótica para o tratamento dentário poderá ser realizada por outros profissionais hipnoterapeutas. No consultório do profissional hipnotizador, o paciente poderá ser “preparado” recebendo um signo-sinal que será utilizado pelo cirurgião dentista. É mais recomendável, entretanto, pelas sutilezas necessárias do tratamento, que o cirurgião dentista realize o processo hipnótico, favorecendo uma perfeita integração entre ele e o paciente.

A hipnose na clínica odontológica é usada em pacientes com história de receios, medos ou fobias, mas pode ser proposta a qualquer paciente que a aceite como coadjuvante de seu tratamento para um relaxamento durante os procedimentos técnicos muitas vezes desagradáveis.

As principais vantagens no uso da hipnose são:

• Anestesia localizada e seu desaparecimento logo após o tratamento, não tendo o paciente que permanecer com os incômodos por ela provocados. Na conjugação com a anestesia química, a quantidade desta será tão diminuída que os incômodos pós-anestesia serão também mínimos.
• Controle salivar e controle do sangramento; analgesia pós-operatória; recuperação pós-operatória extremamente facilitada e rápida; eliminação e/ou não produção de cansaço ao paciente; redução de tensões do cirurgião dentista.

As indicações da hipnose em Odontologia são:

• Condicionamentos: na aceitação ao tratamento odontológico; na adaptação a próteses; adaptação a aparelhos ortodônticos; facilitar o ensino de hábitos higiênicos; facilitar a eliminação de hábitos viciosos.
• Remoção de fobias ligadas ao tratamento odontológico; relaxamento geral
• Relaxamento específico: da língua; da musculatura envolvida para: tratamento de trismos, tratamento de luxação das articulações temporo-mandibulares, obtenção de relação maxilo-mandibulares, manutenção de abertura bucal sem cansaço
• Catalepsia mandibular; surdez; analgesia; anestesia superficial ou profunda; sialostasia; hemostasia.

Durante o processo hipnótico em odontologia devemos estar atentos para alguns fenômenos espontâneos que ocorrem e que tem um interesse mais específico para nossa área, como por exemplo: modificação do fluxo salivar; queda da temperatura corporal (durante a hipnose em geral ocorre uma diminuição da temperatura corporal por volta de 1,5 a 2ºC, por isso deveremos estar vigilantes para a necessidade de controlarmos ou normalizarmos a temperatura do paciente, desligando o ar condicionado, oferecendo-lhe algo para se agasalhar ou dissociando-o de maneira que se sinta em um local de temperatura mais agradável como, por exemplo, uma praia, um campo ensolarado ou outra situação que tenha ficado definida no rapport; extremo relaxamento muscular dificultando a catalepsia bucal etc.

Um fato interessante que se observa em pacientes fóbicos específicos aos tratamentos odontológicos é que, após alguma sessões sob hipnose, eles já começam a aceitar o tratamento sem o uso da hipnose, pois aprendem um novo padrão de respostas aos estímulos do tratamento odontológico.

Os pacientes que se submetem ao tratamento odontológico sob hipnose podem chegar ao consultório através da indicação de: hipnoterapeutas, cirurgiões dentistas e amigos. Neste caso o índice de aceitação ao tratamento e ao profissional (rapport indireto) é muito alto, contribuindo assim para o aprimoramento do rapport, que é de fundamental importância. Aqueles que chegam para se tratar de maneira tradicional e que, para os quais, notamos a necessidade do uso da hipnose, sua aceitação vai depender da abordagem usada para sua aceitação. É importante conhecer todos os tipos de crenças envolvidas e fazer o esclarecimento a respeito de forma adequada e ética.

HIPNOSE É ALTERNATIVA SEGURA À SEDAÇÃO PARA PACIENTES CLAUSTROFÓBICOS.

HIPNOSE É ALTERNATIVA SEGURA À SEDAÇÃO PARA PACIENTES CLAUSTROFÓBICOS.
TÉCNICA NÃO OFERECE RISCOS´E É FEITA SEM O USO DE MEDICAMENTOS.

Aversão a lugares fechados, como elevadores, trens e aviões. Esta é a chamada claustrofobia. Comum e parte do cotidiano de muitas pessoas, esta sensação consegue limitar a vida de um indivíduo em diferentes ocasiões. A realização do exame de ressonância magnética é um exemplo disso. Pacientes claustrofóbicos e ansiosos precisam de sedação para realizá-lo.
Foi pensando nisso que o cardiologista Dr. Luiz Velloso e a psicóloga Maluh Duprat, do Grupo de Hipniatria e Hipnoterapia do Hospital São Camilo, desenvolveram um estudo pioneiro sobre a utilização da hipnose para controle de claustrofobia em exames de ressonância magnética.
A hipnose, técnica clássica e aprovada pelo Conselho Federal de Medicina, foi utilizada em 20 pacientes adultos que necessitavam fazer este exame. Todos tinham a sedação indicada por seus médicos, devido à claustrofobia – que impediu a realização da ressonância em tentativas anteriores.
A hipnose permitiu criar nesses pacientes ilusões visuais muito nítidas e realistas, em que eles se sentiram passeando calmamente numa bela paisagem durante todo o tempo do exame. Ao mesmo tempo, foram sugestionados a se sentir em pleno conforto e segurança, permanecendo imóveis e tranquilos durante o procedimento.
O resultado foi bastante satisfatório: 93,8% dos pacientes realizaram o exame sob hipnose, sem necessidade de medicamentos para sedação. O trabalho foi apresentado no Congresso França-América Latina de Radiologia, e publicado na revista Radiologia Brasileira em fevereiro de 2010.
De acordo com Maluh Duprat, responsável pelo Ambulatório de Hipnose Clínica do Hospital São Camilo, a técnica é inócua e não oferece risco ao paciente. “É uma forma de humanizar o tratamento e apresentar mais uma alternativa a quem tem claustrofobia. Além disso, promove bem-estar e auxilia na superação de um limite do paciente”.
A hipnose é especialmente indicada em pacientes claustrofóbicos que tenham doenças que tornem a sedação mais arriscada. É muito útil também quando o paciente precisa estar consciente e colaborativo, como na ressonância de coração.
Os pesquisadores já estão desenvolvendo um estudo semelhante, desta vez voltado para a oxigenioterapia em câmara hiperbárica, com resultados iniciais bastante promissores.

Outra matéria – RECIFE

Saúde // Experiência MOMO MAIS UM ARTIGO DOS JORNALISTAS HIPNOTIZADOS!!
Repórteres contam a experiência de serem hipnotizados
Publicado em 25.10.2010, às 18h43
Do JC Online
Repórteres do JC Online, da Rádio Jornal e do Jornal do Commercio passaram por uma sessão de hipnose na tarde desta segunda-feira (25). Oito jornalistas se submeteram ao trabalho do hipnólogo gaúcho Reinaldo Normann Momo, que está no Recife e participou do programa Consultório de Graça, com a jornalista Graça Araújo, na Rádio Jornal.

A seguir você confere os vídeos com os repórteres Everson Teixeira (Rádio Jornal), Priscila Muniz (JC Online) e Daniel Guedes (JC Online). A repórter do JC Online Paula Schver e o editor-assistente do portal Gustavo Belarmino também narram a experiência que tiveram.
“Ser hipnotizada sempre me pareceu uma brincadeira de programa de auditório. Quando soube que um hipnólogo estava na Rádio Jornal, fui logo me candidatar ao tal jogo. Na minha primeira tentativa, nada aconteceu. Ele disse que eu estava muito tensa (uma plateia risonha nos assistia) e que assim não conseguiria relaxar o suficiente para ser hipnotizada. Após ver três colegas ficarem estirados no chão, atendendo aos comandos do rapaz, tentei novamente. Desta vez, ainda cheia de desconfiança, percebi que algum sentido havia naquilo quando senti meu braço pesar, obedecendo o pedido do hipnólogo. Dali em diante, fiquei deitada sob os olhares da plateia, acho que por uns 3 minutos. Ouvia tudo que eles diziam e a única coisa que percebi de diferente foi a rapidez com que meus olhos, fechados, piscavam. A sensação era de que, se quisesse, poderia me levantar a qualquer momento. Mas não tentei. Na verdade, ficou a dúvida: eu realmente não tentei ou eu estava tão relaxada que acho que não tentei? Se eu quisesse me mover, conseguiria? Ou eu simplesmente “entrei na brincadeira” do hipnólogo. Preciso de uma segunda prova para decifrar melhor esse jogo”.

Paula Schver (repórter)

“Fui o último cobaia da hipnose. Não estava acreditando naquilo que estava diante dos meus olhos, por isso resolvi sentir na pele. Ver Paula Schver e Priscila Muniz deitadas de forma desconfortável, mas mesmo assim em relaxamento profundo me deixou ainda mais curioso com o procedimento e arrisquei. O hipnólogo fez algumas perguntas, como o mês de nascimento e nome, e já começou neste momento a mandar mensagens subliminares que tinham a ver com o meu signo. “Você é de Leão e gosta de brilhar. Para isso, precisa relaxar”. Não sei quanto tempo durou o processo, mas rapidinho tinha alguém me ajudando a deitar no chão. Me entreguei totalmente e se ninguém me segurasse iria levar um tombo na certa. A sensação de desligamento foi interessante, mas tive a nítida percepção de que poderia sair daquele estado a hora que eu quisesse. Mas não saí. Até que ele pediu para que Paula me acordasse e assim foi”.

Gustavo Belarmino (editor assistente)

“Na verdade eu nem tinha me ‘alistado’ para participar da experiência. Eu estava lá apenas para filmar. Fui pega de surpresa pelo hipnólogo. A entrega foi imediata: após poucos segundos, senti que já não tinha o domínio do meu corpo. Escutava tudo, percebia tudo o que estava acontecendo ao redor, mas de alguma forma o meu corpo se tornou algo independente, que não queria sair daquela situação estática. O engraçado foi que a minha perna estava numa posição desconfortável, e mesmo tentando movê-la, não tive sucesso. Também senti meu coração disparado durante todo o tempo, e as pálpebras tremiam sem parar. Acordei sorrindo bastante. Acho que a palavra não é bem ‘acordar’, porque não se trata de sono. É algo consciente, mas de alguma maneira, involuntário”

Priscila Muniz (repórter)
“Desde pequeno tinha vontade de experimentar a hipnose. Já vi algumas vezes em programas de televisão, mas nunca acreditei. Sempre imaginei que o hipnólogo combinava com a “cobaia” antes da sessão começar. Hoje tive a prova de que alguém realmente pode ser hipnotizado. Eu acredito que fui. A princípio descrente, relaxei quando o profissional pediu. Quando fui deitado no chão, não sentia mais o peso do corpo. Meu olho direito estava entreaberto. Queria, mas não tinha impulso para abrí-lo completamente. O riso nervoso de antes ficou contido. Conseguia ouvir tudo o que diziam a minha volta. Porém não tinha condições de reagir. O que mais me chamou a atenção foi o momento em que Dr. Reinaldo pediu para que eu ficasse com o braço e perna eretos. Consegui obedecê-lo sem fazer esforço. No momento em que ele me “acordou” me senti leve, feliz. Gostei da experiência”
Daniel Guedes (repórter)
Serviço
O hipnólogo fica no Recife até o final desta semana. Pode ser contactado pelo telefone (81) 9652.1526. O site dele é o www.reinaldomomo.com.br.

RECIFE – NOVA ENTREVISTA

Postou 25 outubro 2010 – 06:50
Repórteres do JC Online, da Rádio Jornal e do Jornal do Commercio passaram por uma sessão de hipnose na tarde desta segunda-feira (25). Oito jornalistas se submeteram ao trabalho do hipnólogo gaúcho Reinaldo Normann Momo, que está no Recife e participou do programa Consultório de Graça, com a jornalista Graça Araújo, na Rádio Jornal.A seguir você confere os vídeos com os repórteres Everson Teixeira (Rádio Jornal), Priscila Muniz (JC Online) e Daniel Guedes (JC Online). A repórter do JC Online Paula Schver e o editor-assistente do portal Gustavo Belarmino narram a experiência que tiveram.EVERSON TEIXEIRA:BLOG DE JAMILDO – Everson Teixeira sendo hipnotizadoSer hipnotizada sempre me pareceu uma brincadeira de programa de auditório. Quando soube que um hipnólogo estava na Rádio Jornal, fui logo me candidatar ao tal jogo. Na minha primeira tentativa, nada aconteceu. Ele disse que eu estava muito tensa (uma plateia risonha nos assistia) e que assim não conseguiria relaxar o suficiente para ser hipnotizada. Após ver três colegas ficarem estirados no chão, atendendo aos comandos do rapaz, tentei novamente. Desta vez, ainda cheia de desconfiança, percebi que algum sentido havia naquilo quando senti meu braço pesar, obedecendo o pedido do hipnólogo. Dali em diante, fiquei deitada sob os olhares da plateia, acho que por uns 3 minutos. Ouvia tudo que eles diziam e a única coisa que percebi de diferente foi a rapidez com que meus olhos, fechados, piscavam. A sensação era de que, se quisesse, poderia me levantar a qualquer momento. Mas não tentei. Na verdade, ficou a dúvida: eu realmente não tentei ou eu estava tão relaxada que acho que não tentei? Se eu quisesse me mover, conseguiria? Ou eu simplesmente entrei na brincadeira do hipnólogo. Preciso de uma segunda prova para decifrar melhor esse jogo.Paula Schver (repórter)Fui o último cobaia da hipnose. Não estava acreditando naquilo que estava diante dos meus olhos, por isso resolvi sentir na pele. Ver Paula Schver e Priscila Muniz deitadas de forma desconfortável, mas mesmo assim em relaxamento profundo me deixou ainda mais curioso com o procedimento e arrisquei. O hipnólogo fez algumas perguntas, como o mês de nascimento e nome, e já começou neste momento a mandar mensagens subliminares que tinham a ver com o meu signo. Você é de Leão e gosta de brilhar. Para isso, precisa relaxar. Não sei quanto tempo durou o processo, mas rapidinho tinha alguém me ajudando a deitar no chão. Me entreguei totalmente e se ninguém me segurasse iria levar um tombo na certa. A sensação de desligamento foi interessante, mas tive a nítida percepção de que poderia sair daquele estado a hora que eu quisesse. Mas não saí. Até que ele pediu para que Paula me acordasse e assim foi.Gustavo Belarmino (editor assistente)PRISCILA MUNIZ:Na verdade eu nem tinha me ‘alistado’ para participar da experiência. Eu estava lá apenas para filmar. Fui pega de surpresa pelo hipnólogo. A entrega foi imediata: após po…

Leia o Artigo Completo No blog do Jamildo: http://jc3.uol.com.b…zados_82072.php